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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O FRUTO DO ESPÍRITO - MANSIDÃO

"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei."(Gl 5.22,23).

   Mansidão (gr. prautes); disposição de ser gentil, manso, paciente em sofrer injúrias sem ter espírito de vingança, um equilíbrio de todos os temperamentos e paixões, o contrário da ira. A mansidão também é muito próxima à humildade. De fato, às vezes elas vêm juntas. Ao olharmos para Efésios 4.2, a primeiríssima coisa que Paulo diz é o que os novos convertidos devem fazer quando estão andando num caminho que é consistente com seu chamado, é terem toda humildade e mansidão.  Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,”(Ef 4.1,2).

  Quando olhamos panoramicamente para o Antigo testamento, quase não encontramos a palavra mansidão, porém vemos atos mansos do nosso Deus para com o Seu povo. Vejamos mansidão e ato de mansidão:

 “Buscai o SENHOR, vós todos os mansos da terra, que cumpris o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura, lograreis esconder-vos no dia da ira do SENHOR.”(Sf 2.3) 

   Quando Elias estava fugindo de Jezabel temendo por sua vida, e caiu numa espécie de depressão suicida. E Deus o encontra no deserto, sob uma árvore desejando morrer. E o que Deus faz? Basicamente Deus o conforta. Deixa-o dormir, e depois o acorda para tomar café-da-manhã. E a comida que Deus lhe deu foi pão recém assado no céu, entregue por um anjo. Então Deus o levou de volta para o Monte Sinai, e novamente lhe dá uma demonstração audiovisual de terremoto, vento e fogo. Mas então, o texto diz que Deus não estava naquelas coisas. Quando Deus falou a Elias, foi, como costuma ser traduzido, uma pequena e tranquila voz, ou em nossa tradução moderna, um manso sussurro. E depois de lidar com Elias tão mansamente, Deus manda Elias de volta e o restaura a seu trabalho. Então a mansidão de Deus no Antigo Testamento está lá.

   Também vemos a mansidão sendo relacionado a Jesus “eu era como um cordeiro manso levado ao matadouro”(Jr 11.19)

   No novo testamento a palavra mansidão aparece inúmeras vezes.
   A mansidão deve ser seguida:Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.”(1  Tm 6.11) 

   Devemos nos revestir de mansidão:Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós;”(Cl 3.12,13)

   Entende-se que a mansidão é uma qualidade de manso. 
   A bíblia diz que Moisés era um homem mui manso(Nm 12.3), diz que os mansos comerão e se fartarão(Sl 22.26), que os mansos o ouvirão e se alegrarão(Sl 34.2), que os mansos herdarão a terra(Sl 37.11; Mt 5.5); "E os mansos terão gozo sobre gozo no SENHOR"(Is29.19)
 "E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor;"(2Tm 2.24) e Jesus falou dele mesmo:"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas."(Mt 11.29)

Viva Em Cristo, um forte abraço e que Deus te abençoe.
Pastor Edson

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O FRUTO DO ESPÍRITO - BENIGNIDADE


 "Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei."(Gl 5.22,23).

   Benignidade – (Gr. chrestotes) Delicadeza, afabilidade; uma graça muito rara, uma disposição a ser gentil, temperado, culto e refinado em caráter e conduta. 

   A benignidade é resultado da extrema compaixão do Espírito Santo para  com a humanidade perdida e agonizante. É muito mais do que bondade, uma vez que até o perverso pode ser bondoso. Uma boa educação e maneiras polidas, quando trazidas sob a influência da graça de Deus, trará esta graça com grande efeito. 

   A benignidade fala de uma disposição interior e a bondade fala de consequências ou atos exteriores. Quem é benigno, pratica a bondade.

   Chris Wright em sua série entitulada "9-a-day" diz assim:
 "No Antigo Testamento, há uma palavra maravilhosa que os israelitas costumavam usar bastante a respeito de Deus. Em hebraico, é a palavra “khesed”, e ela é traduzida de muitas maneiras diferentes. Às vezes como amor, ou como fidelidade, ou lealdade, ou misericórdia; mas em traduções mais antigas, era usado o termo “amável benignidade”, um belo termo, e mais frequentemente simplesmente como “benignidade”. Então frequentemente os israelitas cantavam e celebravam isso. Talvez o mais famoso, é o fim do Salmo 23: “Bondade e misericórdia” (esta é a palavra benignidade), “certamente me seguirão todos os dias da minha vida”.  

    Somos atraídos ao Senhor por causa da sua benignidade:
"De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.(Jr 31.3)

   Nosso arrependimento provem da benignidade de Deus:
"Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?" (Rm 2.4). 

    Se permanecermos em Cristo, Ele é benigno para conosco: 
Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado"(Rm 11.22).

   Devemos nos revestir da benignidade do Senhor:
 "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade."(Cl3.12).

   Sendo revestidos nos tornamos como Ele:
   Leia Lucas 6.27-38. 

   Ser benigno uns para com os outros:
"Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou."(Ef 4.32).

   Jesus Cristo, com sua alma delicada e benigna, admoesta os seus discípulos que quiseram impedir a aproximação de algumas crianças. Ele disse: "Deixai vir a Mim as criancinhas e não queirais impedi-las"(Mc 10.13,14). Outro exemplo de sua benignidade deu-se após sua ressurreição, quando disse a Maria: "Vai contar aos meus discípulos e a Pedro" (Mc 16.7). A referência a Pedro seria desnecessária, uma vez que Pedro era um de seus discípulos, mas a benignidade de Jesus não o deixava esquecer e menosprezar o remorso que seu discípulo estaria sentindo por tê-lo negado. O espírito benigno de Jesus era capaz de compreender o temperamento vacilante e inconsequente do sanguíneo Pedro, que pergunta quantas vezes deverá perdoar um irmão (Mt 1.8-21). O Espírito Santo lhe responde com uma quantidade que o faz parar de contar, porque Ele não tem limite para perdoar.
   
   Os Evangelhos contêm numerosas ilustrações da benignidade que Cristo demonstrou para com os pecadores. Para mencionar apenas algumas, ver Mc 10.13-16; Lc 7.11-17, 36-50; 8.40-56, 13.10-17, 18.15-17, 23.34; Jo 8.1-11, 19.25-27. 

Viva Em Cristo, um forte abraço e que Deus te abençoe.
Pastor Edson


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O FRUTO DO ESPÍRITO - FIDELIDADE



"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei."(Gl 5.22,23).

   Fidelidade (Gr. Pistis) = fé, lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa. A fé é o princípio vivo, a essência das coisas que se esperam e a certeza das coisas que se não vêem(Hb 11.1). É a dependência absoluta e a confiança na Palavra de Deus e de Cristo(Mt 15.28).É entregar-se a um novo modo de vida, é uma das coisas mais importantes na vida de todo cristão: "ai de vós escribas e fariseus hipócritas! Pois que dais o dizimo da hortelã e endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, juízo, a misericórdia e a fé.(Mt 23.23)

   A Bíblia nos ensina que há duas fontes de fé: uma delas é a pregação: "A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10.17); a outra é a que estamos estudando, ou seja, o Espírito Santo: O fruto do Espírito é... a fé (Gl 5.22). Mas somos advertidos pelo Espírito Santo que diz: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios...”(1Tm 4.1).  Apostatar é o mesmo que abandonar e isto é um grande perigo para a alma do cristão, visto que Jesus disse através de revelação ao apóstolo João: "Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida."(Ap 2.10). Sigamos o exemplo do velho apóstolo Paulo escrevendo sua última epístola ao jovem Timóteo: "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé"(2 Tm 4.7).

   Ao analizarmos esta carta, notamos que o apóstolo se queixa de falta de fidelidade para com ele: “Fiz-me acaso vosso inimigo dizendo a verdade?”(Gl 4.16) e falta de fidelida com o Evangelho: "Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho,"(Gl 1.6); "Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado"(Gl 3.1); "Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?"(Gl 5.7).
  
   Conseqüentemente e com toda probabilidade, o que Paulo está recomendando aqui, como um fruto do Espírito, é a fidelidade a Deus e à sua vontade. Contudo, isto não exclui, antes inclui, a lealdade para com os homens.

   Fidelidade é a característica de quem possui fé. A fé que não conduz o crente à fidelidade, não tem valor nenhuma para a prática na vida cristã, portanto é uma fé morta (Tg 2.14-26).

   Nas Escrituras Sagradas vemos Deus a procura de pessoas fiéis para habitar com Ele(Sl 101.6). Temos que ser fiéis em tudo, pois Deus habita em nós e Ele é fidelidade: “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.”(Dt 32.4). 
 
  Vejamos o exemplo de Moisés que foi fiel em toda casa de Deus(Hb 3.5). Notamos que a fidelidade não caminha de mãos dadas com a ambição, pelo contrário, quando Deus quis matar o povo israelita no deserto, Ele disse a Moisés que faria dele uma nova nação. Moisés não hesitou em ter seu nome riscado do livro da vida a ver o seus irmãos destruidos(Ex 32.11,32). Também vemos a fidelidade de Moisés para com o povo quando não teve ciumes dos dois homens que começaram a profetizar, mas disse a Josué: "Tomara que todo povo do Senhor fosse profeta"(Nm 11.26-29). 

   Paulo diz que fidelidade é algo que é requerido de nós: "Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel"(1 Co 4.2). Este é o tipo de comprometimento e fidelidade do qual Moisés, Paulo e Jesus foram modelos, e este é o tipo de fidelidade que Deus quer ver em nós enquanto buscamos produzir os frutos do Espírito. 
 
Viva Em Cristo, um forte abraço e que Deus te abençoe.
Pastor Edson
 

BATISMO DE BEBÊS e CRIANÇAS

Crianças não devem ser batizadas, devido a algumas razões:

Primeiro, porque devemos observar o mandamento do Senhor sobre o batismo. As Escrituras nos dizem que antes do batismo deve haver ensino: "Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo."(Mt 28.19)

Segundo, porque também nos dizem as Escrituras que a fé é um requisito para o batismo: "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado."(Mc 16.16). Um bebê jamais poderia ser previamente ensinado e esclarecido da importância do batismo e sua relação com a fé cristã.

Terceiro, por outro lado, o apóstolo Paulo nos esclarece que a criança é santa devido a presença de um adulto crente: "Porque o marido descrente é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos."(1 Co 7.14).

Nós, os crentes em JESUS, apresentamos as crianças a Deus, consagrando-as e orando para que Deus as abençoe e as livre de todo mal. Pois isto se trata de uma tradição bíblica muito importante desde o Antigo Testamento. Era feito sempre pelos judeus.

E um quarto motivo é que o Senhor Jesus, com oito dias foi circuncidado e com 40 dias foi levado ao Templo para ser apresentado e consagrado a Deus(Lc 2.21-24). E na verdade isto nada tem a ver com o batismo, pois lemos nas Escrituras que Jesus batizou-se com quase 30 anos de idade(Lc 3.21-23).

Pense nisto, não seja um religioso, mude suas atitudes e VIVA EM CRISTO!
Pastor Edson